
É exatamente porque a força das circunstâncias sempre tendem a destruir a igualdade que a força da legislação sempre deve tender a mantê-la.
(Jean-Jacques Rousseau)
Alguns grupos – homossexuais, mulheres, negros, indígenas, pessoas da terceira idade, pessoas com deficiência, pessoas em situação de rua, ex-detentos,entre outros, sentem a força do preconceito, sendo vítimas constantes de discriminação.
A discriminação viola os direitos humanos, e provoca profundos conflitos sociais. Trazemos como exemplo os casais homossexuais que são agredidos na rua, apenas por estar beijando-se; os religiosos intolerantes que tentam expulsar de suas comunidades aquelas pessoas que praticam religiões diferentes; o gerente racista que não contrata não brancos em sua empresa e justifica a não seleção por falta de capacidade técnica. Estes entre tantos outros, são fatos reincidentes no Brasil.
A discriminação que as pessoas praticam acaba sendo reproduzida também nos grupos, organizações e instituições, que reproduzem a mesma em um nível maior, onde a ação da discriminação deixa de ser pessoal para ser institucionalizada - nas escolas, no mercado de trabalho, nas mídias escritas e televisivas.
Assim, a discriminação e o preconceito se transformam em barreiras contra a inclusão e a participação de grupos mais vulneráveis na sociedade. Esse é um dos mecanismos da exclusão social, que se manifesta de diferentes formas por meio das barreiras físicas, atitudinais ou sistêmicas.
Parte da matéria módulo XI do curso Direitos Humanos e Mediação de Conflitos.
Instituto de Tecnologia Social - Its Brasil
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